Te esquecer, canalha

 

Não me venha com suas desculpas esfarrapadas

Não mais me enganarás, sairei por aquela porta e

Deixarei para trás toda a nossa história.

Quem dera eu ter ouvido as súplicas do destino

E não tivesse sucumbido aos teus caprichos.

 

Somente uma pessoa medíocre como você despertaria

O amor em outra só para depois destruir os sonhos vividos.

Canalha, canalha, teu coração é podre.

Quem dera eu nunca ter te conhecido

E agora como vou te esquecer? Será que ainda te amo?

 

Não, não! Lutarei contra meus sentimentos, usarei a razão

Para refrear minhas paixões e não vou dar o braço a torcer

Esquecer-te é minha meta, este objetivo alcançarei

E quem dera eu tivesse poderes mágicos,

Te esqueceria num segundo.

Zoranildo Santos

 

Descrição

Noite chuvosa, Trovões, relâmpagos

                  E o telefone toca

Choro, suspiro, correria na viela

                                  Respiração ofegante

           Sons de sirene

Chuva cada vez mais forte

                       Lágrimas se misturam

                                                    [ aos pingos da chuva

Passos largos, chegamos

                              Pernas tremendo

Espanto, mais choro,

                        Conversas, coração batendo forte

Vertigem, escuro,

                                                         Silêncio.

Aprendiz de Poeta

Seus olhos

O sol se levantou, a água do lago passou a brilhar maravilhosamente

Esse brilho despertou em mim lembranças de seus olhos radiantes

E como eu via neles alegria, amor, esperança, a vida em movimento

Pareciam estrelas brilhantes iluminando a mais escura noite

Eles eram meu guia na estrada da vida, no caminho rumo ao amor

Sempre desejei que o brilho dos seus olhos fosse eterno como o sol

Mas um dia sem esperar eles fecharam e nunca mais se abriram

Sem eles fiquei perdido na estrada, sem rumo, sem esperança

Mas não se preocupe mais, hoje, sigo as estrelas e o sol como se fossem

SEUS OLHOS

Aprendiz de Poeta